• Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Nenhum produto no carrinho.

  • Início
  • Sobre a AGM
  • Presidentes
  • Assessoria Jurídica
  • Notícias
    • Ceasa
    • Congresso
    • Contabilidade
    • Emater
    • Fepam
    • FGTAS
    • Financiamento
    • IBGE
    • IPM
    • Lei Kandir
    • Mineração
    • Mobilidade Urbana
    • Notícias do Facebook
    • Notícias em geral
    • Prefeitos
    • Refis
    • Transporte Escolar
    • Voluntariado
  • Fotos
  • Contato
  • Escola da AGM
    • Cursos da AGM
No Result
View All Result
AGM - Associação gaúcha de Municípios
No Result
View All Result

Programa estadual de regularização de poços deve reduzir dano ao ambiente e à saúde pública

16/05/2023
in Sem categoria
0

20175955_1568118_GDOPara atender a legislação ambiental e prevenir problemas de saúde pública, um novo programa estadual para regularizar a captação de águas subterrâneas no Rio Grande do Sul foi lançado, na terça-feira (20), no Palácio Piratini. A iniciativa da Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Fundação Estadual de Proteção Ambiental vai contar com parceria e apoio de outros órgãos estaduais e vinculadas como Badesul, Corsan e Ministério Público.

Atualmente, são mais de 4,3 mil poços cadastrados no estado. Essas águas subterrâneas são geralmente utilizadas de modo improvisado, o que resulta em frequentes problemas de saúde pública e impactos ambientais indesejáveis, como a contaminação da população por substâncias químicas, vírus, bactérias ou parasitas, e o desabastecimento de certas descargas d’água como fontes e nascentes e contaminação de aquíferos. A abertura de poços deve obedecer a critérios técnicos. É proibida, por exemplo, a construção próxima a cemitérios ou fossas sépticas.

Desde 1974, um decreto estadual proíbe a captação de água de poços para consumo humano em locais que dispõem de rede de abastecimento. Vinte anos depois, o assunto ganhou notoriedade com a aprovação e criação do Sistema Estadual de Recursos Hídricos (Lei Estadual 10.350/1994), que exigiu a outorga para todas as captações sem uma adequada regra de transição, o que não foi possível cumprir, tendo tornado ilegais todas as captações de água subterrânea sem outorga.

O governador José Ivo Sartori falou sobre as iniciativas de governo para a universalização do saneamento no estado, como por exemplo, o edital para licitação da Parceria Público-Privada da Corsan, em benefício de 1,5 milhão de pessoas da Região Metropolitana de Porto Alegre. Atualmente, os municípios têm 14% do esgoto tratado. A partir da publicação do decreto que institui o novo programa, o trabalho de regularização acontecerá pelos próximos cinco anos.

“Os poços construídos de forma inadequada trazem prejuízos para a saúde e agridem o ambiente. É papel dos gestores públicos permitirem o acesso à água de qualidade. É uma questão de saúde pública. Infelizmente, tem gente que enxerga apenas a situação e não o futuro”, ressaltou Sartori.

“A não regularização é muito pior porque não teríamos controle desses poços”, alertou a secretária do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Ana Pellini.

Estima-se que mais de 500 mil domicílios particulares sejam atendidos por poços, segundo dados do Censo Demográfico do IBGE de 2010. A secretária adjunta da Sema e presidente do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), Maria Patrícia Möllmann, apresentou as etapas do programa e contextualizou a questão dos recursos hídricos no RS. Conforme Möllmann, apesar da legislação para regularização ser de 1994, pouco se fez até o momento. “Todos os poços não outorgados foram considerados ilegais naquele ano. A situação real foi apontada em relatório de 2014 do Plano Estadual de Recursos Hídricos, e hoje estamos assinando esses dois decretos, um do Fundo de Recursos Hídricos do programa e outro para licitação para contratação de empresas com apoio do Badesul”, explicou.

“É um sonho que eu desejo que seja estendido a todos os municípios do estado. O cidadão não quer saber quem vai resolver o seu problema, ele quer que seja resolvido”, ressaltou o promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Daniel Martini.

Como deve funcionar

O programa consistirá no cadastramento de poços já existentes, com garantia de regularidade provisória da captação para posterior regularização dos que estiveram adequados. Além disso, serão feitas intervenções naqueles que precisarem e a orientação e apoio para o fechamento daqueles que forem considerados inviáveis. Conforme a Sema, o primeiro passo é o cadastramento de todos os poços no Sistema de Outorga de Água do RS (Siout).

Cada usuário deve fazer o registro autodeclaratório. Somando-se a isso, a Sema deve selecionar poços cadastrados, conforme critérios estabelecidos pelo Conselho de Recursos Hídricos do Estado, e contratará para realização das ações necessárias à regularização. Podem ser beneficiários do programa usuários, empresas e órgãos públicos que possuem poços para captação de água subterrânea abertos antes de 30 de janeiro de 2018 e que cadastrarem seu uso no Siout até 31 de dezembro de 2019. O custo estimado para ressarcimento total ou parcial dos serviços é estimado em R$ 4,8 mil por poço. Caberá ao Conselho de Recursos Hídricos do Rio Grande do Sul e aos Comitês de Gerenciamento de Bacia Hidrográfica estabelecer as ações prioritárias e os critérios de financiamento do programa.

Avaliação técnica ambiental

Serão realizados estudos técnicos sobre as condições de cada poço. Para captações de até dois mil litros de água por dia, o processo é simples e dispensa teste de vazão. Os técnicos da secretaria vão analisar o pedido e, se o poço estiver apto, o Siout emite a dispensa de outorga. Esse documento é gratuito. Em casos mais complexos é necessária a contratação de um consultor responsável, um profissional de geologia ou engenharia de minas, que deve informar as condições para a Sema.

Participaram da solenidade o secretário do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcísio Minetto; o presidente da Emater, Iberê Orsi; a presidente do Badesul, Jeanette Halmenschlager Lontra; o diretor de Expansão da Corsan, Marcus Vinicius Caberlon e o diretor técnico da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Gabriel Ritter, além de técnicos e representantes das entidades envolvidas no programa.Foto: Dani Barcellos/Palácio Piratini

Texto: Letícia Bonato/Secom/Com informações Ascom/Sema
Edição: André Malinoski/Secom
Foto: Dani Barcellos/Palácio Piratini

Tags: AbastecimentoAgm em focoAgriculturaBenefícioCorsanDesenvolvimentoEmpresasEstudoGovernoMeio ambienteMunicípiosRecursosSaneamentoSaúdeServiçosTrabalho
ShareTweetSendSend
Next Post

Senado aprova projeto que muda regras para distrato imobiliário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tags

#destaque (12)#Destaques (5)Abastecimento (259)Acessibilidade (101)Agm em foco (4612)Agricultura (988)Agronegócio (152)Alimentação (406)Animais (319)Arrecadação (959)Assistência social (276)Benefício (494)Bombeiros (130)Casa civil (173)Cidadania (271)Clima (436)Cláudia Mara Borges (1)Cnh (58)Cnm (1780)Comércio (336)Consulta popular (66)Consumidor (259)Coronavírus (675)Corsan (92)Cultura (729)Daer (140)Defesa civil (177)Desenvolvimento (2057)Destaque (576)Detran (123)Direitos humanos (169)Doação (119)Economia (789)Educação (1366)Eleições (333)Emprego (417)Empresas (724)Energia (329)Esporte (246)Estiagem (132)Estudo (864)Eventos (1259)Exportação (65)fortalecendo a tradição e a identidade do povo gaúcho de forma integrada à economia criativa. A diretora de Planejamento e Competitividade da Setur (1)Fpm (261)Governo (2839)Habitação (160)Icms (291)Indústria (444)Investimento (1081)

Categorias de Notícias

  • Ceasa (1)
  • Congresso (1)
  • Contabilidade (1)
  • Destaque (12)
  • Emater (2)
  • Fepam (1)
  • FGTAS (1)
  • Financiamento (2)
  • IBGE (2)
  • IPM (1)
  • Lei Kandir (1)
  • Mineração (1)
  • Mobilidade Urbana (2)
  • Notícias do Facebook (12)
  • Notícias em geral (747)
  • Prefeitos (1)
  • Refis (1)
  • Transporte Escolar (1)
  • Voluntariado (2)

AGM, entidade associativa dos prefeitos do Rio Grande do Sul foi criada com o objetivo de fortalecer o municipalismo e garantir aos municípios apoio em suas demandas junto aos governos estadual e federal

Desenvolvido por EP

Associação Gaúcha de Municípios

  • Fone: (51) 3022-7330
  • Praça Marechal Deodoro, 130 sala 1301 Centro Histórico, Porto Alegre/RS CEP 90010-300

Precisa de orientações/informações?

Envie uma mensagem

Nome(obrigatório)
Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.
No Result
View All Result
  • Início
  • Sobre a AGM
  • Presidentes
  • Assessoria Jurídica
  • Notícias
    • Ceasa
    • Congresso
    • Contabilidade
    • Emater
    • Fepam
    • FGTAS
    • Financiamento
    • IBGE
    • IPM
    • Lei Kandir
    • Mineração
    • Mobilidade Urbana
    • Notícias do Facebook
    • Notícias em geral
    • Prefeitos
    • Refis
    • Transporte Escolar
    • Voluntariado
  • Fotos
  • Contato
  • Escola da AGM
    • Cursos da AGM

Feito com ❤ em © 2025 por Eduardo Pinheiro

Gerenciar consentimento
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou acessar informações do dispositivo. O consentimento para essas tecnologias nos permitirá processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.
Funcional Always active
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
Manage options Manage services Manage {vendor_count} vendors Read more about these purposes
Ver preferências
{title} {title} {title}